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Supremo Tribunal Federal em Brasília

O Supremo Tribunal Federal (STF) não só cumpre esse papel nas decisões do colegiado, como guarda um dos cinco exemplares originais da Carta Magna de 1988.

Sendo essa, apenas um a das varias relíquias, entre objetos de arte, mobiliário histórico, fotos e documentos que podem ser vistos pelas centenas de pessoas que visitam a sede da Suprema Corte em Brasília (DF) aos finais de semana e feriados.

Os turistas podem fazer uma viagem por 200 anos de história da Justiça brasileira.

Visitar o o STF que desenvolveu o Projeto Portas Abertas do STF, criado com o objetivo de permitir aos cidadãos não só conhecer a estrutura física da maior Corte do país, como entender o funcionamento e a história do Judiciário.

Projetado por Oscar Niemeyer, o palácio que abriga o STF é símbolo de modernidade e atrai a atenção não só de brasileiros, como de turistas estrangeiros.

Explorar as curiosidades dos 200 anos de história viva guardada nos corredores da Suprema Corte é a especialidade dos guias que conduzem os visitantes. No passeio, os turistas descobrem, por exemplo, que a cor amarela do Plenário do STF é uma referência à bandeira brasileira, da mesma forma que o do Senado é azul e o da Câmara verde. O local onde os ministros debatem e tomam as decisões que influenciam diretamente a vida de todos os cidadãos também abriga obras de arte como o painel de Athos Bulcão e o Crucifixo de Alfredo Ceschiatti, que simbolizam, respectivamente, a justiça dos homens e a justiça divina.

Contar a história do Supremo Tribunal Federal é retornar ao colegial e abordar o assunto com detalhes que os livros não trazem, relata. Para ele, o ápice da visita é o momento em que conta a trajetória de Rui Barbosa um dos principais juristas brasileiros e coautor da Constituição da Primeira República. O ícone brasileiro está representado no Hall dos Bustos com uma estátua de bronze.

Além da história e da arquitetura, no STF os visitantes têm contato com diversas obras de arte e objetos da época do Império. Inspirada na deusa grega Têmis, a obra de Alfredo Ceschiatti, de 1975, adorna a porta simbólica que dá acesso ao Plenário onde os ministros da Corte reúnem-se para a missão de zelar pelo cumprimento da Constituição Brasileira.

No Salão Nobre, local onde são recebidas as autoridades de outros países em visita oficial ao Brasil, é possível apreciar um mobiliário francês de 1870, lustres de cobre e cristal e tapeçaria antiga.

Móveis da época do Império feitos de Jacarandá e um painel comparativo entre o Plenário do século XIX e o dos dias de hoje também podem ser vistos na visita. No hall do Salão Nobre, a primeira cabine telefônica instalada na Suprema Corte e um manequim trajando a roupa antigamente utilizada pelos ministros em sessões solenes de posse de novos integrantes do STF são algumas das relíquias em exposição.

Serviço

A visita é gratuita e pode ser feita aos sábados, domingos e feriados das 10h às 17h, com saídas regulares de 30 em 30 minutos, sempre com acompanhamento de um guia. Nesses dias não é exigido traje específico.

Endereço: Praça dos Três Poderes – Edifício-Sede, Brasília/DF.

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