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Museu de Valores do Banco Central

O Museu de Valores do Banco Central é um museu brasileiro, com sede em Brasília, no Distrito Federal. Possui dois tipos de acervo: o numismático e o artístico. O acervo numismático é composto por cédulas, moedas e outros valores impressos, barras de ouro, medalhas e curiosidades numismáticas ligadas ao dinheiro e à tecnologia de sua fabricação. O acervo artístico engloba 554 obras, entre as quais pinturas, desenhos, gravuras e esculturas, principalmente de artistas brasileiros relacionados ao modernismo.

A visita ao Museu proporciona uma viagem no tempo e no espaço, acompanhando a evolução das cédulas e moedas, desde o Brasil Colônia até os dias atuais.

O Museu de Valores do Banco Central foi inaugurado em 1972, na cidade do Rio de Janeiro, no prédio da extinta Caixa de Conversão, de Estabilização e Amortização, atual sede do Departamento do Meio Circulante do Banco Central. Com a construção do edifício sede do Banco Central em Brasília, o Museu foi transferido para capital, sendo inaugurado em 8 de setembro de 1981.

Em 17 de agosto de 1966, a Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil autorizou a organização do Museu de Valores. Durante os seis anos seguintes, esforços foram empreendidos para organização do acervo, preparação de pessoal e planejamento das instalações e atividades.

O local escolhido para a instalação do Museu de Valores foi o pavimento térreo do edifício da primeira sede do Banco Central, no prédio histórico onde haviam funcionado as Caixas de Conversão, de Estabilização e de Amortização, na Avenida Rio Branco, na cidade do Rio de Janeiro. A inauguração ocorreu em 31 de agosto de 1972, como parte das comemorações do sesquicentenário da Independência do Brasil.

Reúne em seu acervo mais de 135 mil peças composta por cédulas e moedas brasileiras e estrangeiras, barras de ouro, pepitas, condecorações, medalhas e artefatos ligados à fabricação do dinheiro.

A mudança para Brasília

Com a construção do Edifício-Sede do Banco Central do Brasil, em Brasília, o Museu de Valores recebeu novas instalações, adaptadas às necessidades de preservação, exposição e segurança de seu acervo. A inauguração do museu na capital federal, em 8 de setembro de 1981, foi na mesma data de inauguração do Edifício-Sede do Banco Central. Para coroar a data, foi lançada a segunda família de cédulas do Cruzeiro. A solenidade de inauguração do Banco Central e do Museu de Valores contou com a presença do Presidente da República à época, Sr. João Baptista de Oliveira Figueiredo, e de outros ilustres convidados, entre os quais Paul A. Vocker, Chairman do Federal Reserve System, e Alexandre Kafka, Diretor-Executivo do Fundo Monetário Internacional.
A abertura da Galeria de Arte

Desde o recebimento como dação em pagamento nos processos de liquidação de bancos, as obras de arte receberam tratamento especial em relação a outros bens que tinham de ser colocados à venda no prazo de seis meses pelo Banco Central do Brasil. As primeiras ideias para a criação de um espaço para exibição desse relevante patrimônio artístico surgiram somente em 1986. Nesse ano, a Diretoria Colegiada do Banco Central determinou que as obras de maior valor artístico não fossem mais utilizadas na ornamentação dos espaços de trabalho. A única exceção é o painel Descobrimento do Brasil, de Portinari, localizado no Salão Nobre do 8º andar, disponível para visitação pública.

A Diretoria reconhece, ainda, a importância dessas obras de arte como “acervo destinado, primordialmente, a exibição ao público com objetivo de difusão cultural”, como consequência dos contatos preliminares com a Fundação Nacional Pró-Memória, entidade supervisionada pelo Ministério da Cultura (MinC) que funcionou como braço executivo da política de proteção ao patrimônio cultural, de 1979 a 1990.

Motivado pelo sentimento de preservação da cultura nacional e de valorização da imagem do Banco, criou-se, à época, o grupo de trabalho GT Acervo, responsável por retomar um trabalho inconcluso em 1985 de abertura de um local de exposição.

Como consequência, a Galeria de Arte do Banco Central foi inaugurada em 3 de outubro de 1989, por ocasião dos 25 anos do Banco Central. Os doze painéis de Portinari da série “Cenas Brasileiras” foram exibidos ao lado de obras de outros artistas modernistas brasileiros. Além da equipe interna, a concretização do espaço da Galeria contou com a contribuição do Museu de Arte de São Paulo (Masp), do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e do Projeto Portinari, por meio de serviços de consultoria e atividades de montagem de exposição e restauração, em geral sem custos para o Banco Central.

Em 1997, a Galeria foi fechada para reforma e reabriu em 2006, com a exposição “O Óleo e o Ácido”.

 

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